segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Ciclovia da Marginal

Postado por Re às 10:07 0 comentários
Depois de meses ensaiando, ontem eu e Sr Marido fomos andar de bike pela ciclovia da Marginal e eu AMEI!!

São 14km de ida e, logico, 14km de volta...portanto, um belo exercicio se vc consegue encarar 28km sobre a magrela. Vc pode entrar nela por dois acessos, ou pela Estação Vila Olimpia ou pela Estação Jurubatuba e ai, bora pedalando, padalando, pedalando com a Caloi...

Além da ciclovia ser super sinalizada com asfalto bom, ainda tem segurança e alguns pontos de apoio ao ciclista onde vc pode esticar as pernas, massagear a bunda (quem aguenta os bancos duros das bikes), tomar uma agua e usar o toilete, sem contar que se a correia caiu, o pneu murchou e o breque rangeu, tem um carinha que fica a disposiçao para eventuais consertos.




O unico ponto ruim eh o cheiro, que em dias muito quentes costuma ser forte, afinal, estamos falando do Rio Pinheiros..mas relaxa, apos 3km seu nariz se acostuma e vc já nem se incomoda mais.

Gostei do passeio. Andamos no total 16km (fomos um pouco além da Ponte Transamerica - a volta foi mais punk, porque pegamos o vento contra) mais uns 6 km de ida-volta pra casa...cheguei morta, sem forças, com a pressao la embaixo, mas feliz e empolgada em repetir o passeio pelo menos 1x por mes.



A ciclovia abre diariamente, das 6h às 18h, e nao custa nadica.

sábado, 28 de agosto de 2010

Mc Dia Feliz

Postado por Re às 10:25 0 comentários

É hoje pessoal!! Se vc está de dieta, esqueça. Se vc não gosta de picles, esqueça. Se vc odeia qualquer coisa vinda dos americanos, esqueça. Se vc não come fritura, esqueça.

Esqueça tudo isso, pelo menos hoje, e corra para o Mc Donalds mais proximo para comer um Big Mac. Um pequeno gesto, em um único dia, que trará maravilhas a todas as crianças com cancer do Brasil. É só hj, amanha vc volta pra dieta, volta a não comer fritura, esquece que os americanos existem...e principalmente, começa o amanha com a sensação de que fez algo bom.

Bom Mc Dia Feliz para todos!




quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dilema

Postado por Re às 09:08 1 comentários
Nao sei se caso ou compro uma bicicleta!! Ok ok, essa nao vale mais, já casei e já ganhei uma bicicleta do Sr. marido. O dilema eh outro, talvez até mais grave do que o casar ou andar de bike!!

Nao sei se engravido ou se mudo de emprego!! Sim, duas coisas sérias que podem mudar o rumo de muitas outras coisas...vamos aos fatos.

1. Eh fato que desde 2008 ando em altos e baixos com meu emprego.
2. Eh fato que quase sai no final de 2009 para ir trabalhar em outra empresa, mas meu chefe me segurou. Confesso, foi a melhor coisa, pois duvido que se eu tivesse mudado eu conseguiria sair de licença para cuidar da minha mae. Com certeza nao e acabaria tendo que sair do recem-emprego.
3. Eh fato que já liberei a fabrica de babies
4. Eh fato que se eu engravidar, nao rola mudar de emprego e se eu mudar de emprego, nao rola engravidar de imediato, afinal nao quero dar o golpe da barriga e ainda correr o risco de ser dispensada pos licença.
5. Eh fato que ambas as coisas eu quero muito..mas nao consigo decidir qual devo dar prioridade. Ok maes de plantao, podem me crucificar, mas eh que a minha vida profissional reflete muito no meu estado de espirito..se eu nao estou feliz no trabalho isso afeta o resto...e considerando que o resto anda em frangalhos ultimamente, já viu o cenário, ne?

Agora vamos a algumas divagações e preocupaçoes:

1. Posso até continuar no emprego até engravidar e sair de licença, dai qdo eu voltar..adios...Mas, e se eu demorar tipo um ano pra engravidar+o tempo de gravidez, será que eu aguento todo esse tempo onde estou?? Ou será que a felicidade de estar gravida vai suprir toda a infelicidade do trabalho? Ou eu nao vou curtir a gravidez por causa do desanimo do trabalho?

2. Se eu mudar de emprego, esperar diria que um ano para entao engravidar e sabe-se la qto tempo demorará..não estarei eu postergando demais a gravidez, afinal, ja estou com 34 anos..com qts anos terei filho? Será que depois ainda vou querer ter um filho?

Conclusao que eu cheguei?? NENHUMA!! Hahaha.

Na verdade, conversando ontem com o Sr. marido, ele disse para eu correr em paralelo. Ou seja, continuamos tentando engravidar e junto começo a me lançar para o mercado. Assim, o que acontecer primeiro o outro espera...em suma o que ele disse eh para fazermos a nossa parte e entregar nas maos de Deus, pois ele conduzira o que for melhor para nós. Seria essa a melhor solução?


quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Vivendo o luto

Postado por Re às 14:43 0 comentários
Acabei de ler essa materia sobre o Luto no Uol. Interessante, pois eh como estou hoje, vivenciando meu luto e lutando para viver.

É necessário vivenciar o luto, afirmam especialistas
DAIANA DALFITO
Colaboração para o UOL


Choro, tristeza e lembranças são formas de "elaboração" da ausência e da falta, mas não devem impedir novas relações, sentimentos, atividades e vontades

É clichê, mas é verdade: não podemos fugir ou evitar a morte e, consequentemente, o luto. Mas será que estamos preparados para lidar com as emoções que as perdas provocam?

A professora Maria Júlia Kovács, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre a Morte do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), assinala uma tendência, típica da sociedade contemporânea, que é a de abafar o luto e “tocar em frente”.

Hoje, só as mortes espetaculares como a do popstar Michael Jackson são admitidas; as outras são anônimas e geram um problema: como manejar a tristeza. Segundo Aurélio Fabrício Torres de Melo, psicoterapeuta e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, na atualidade, a morte está perdendo seu lugar. “E, se a morte está sendo ‘expulsa’, como lidar com o luto?”, questiona.

Roland Barthes, semiólogo e filósofo francês, amava e mantinha uma relação estreita com a mãe. Quando ela morreu, ele buscou confortar-se escrevendo sobre uma foto da mãe quando criança. Para ele, esta foi a forma de compreender aquela mulher e os seus sentimentos por ela. Barthes viveu seu luto e o registrou em “A Câmara Clara”. Não é preciso escrever um livro sobre seu sofrimento, mas é necessário vivenciá-lo.

Pequenos lutos

Na atualidade, a morte está perdendo seu lugar. E, se a morte está sendo 'expulsa', como lidar com o luto?

Aurélio Fabrício Torres de Melo, psicoterapeuta e professor da Universidade Presbiteriana MackenzieMomento dolorido da vida, o luto pode ser visto de uma forma abrangente e didática, como a proposta pelo professor Torres de Melo. Ele explica esse estado emocional como uma reação decorrente tanto da “pequena perda da criança que derruba o sorvete, até o exemplo clássico da viúva vestida de preto”. Ou seja, também ficamos “de luto” pelo fim de um relacionamento ou pela perda de um trabalho, por exemplo.

De acordo com Torres de Melo, sofremos pequenas perdas durante toda a vida e, mesmo as grandes e sofridas, seriam comumente precedidas de outras menores. Um exemplo é a angústia gerada pela percepção do envelhecimento dos pais, que sabemos, um dia vão nos deixar.

Medo
Não é novidade que temos medo e dificuldade em lidar com a morte, ela é misteriosa e foi vista por inúmeras lentes, como as do realismo fantástico do autor norte-americano H.P. Lovecraft. Para o escritor, escolhido como exemplo pelo professor Eugênio Mussak, médico e consultor nos campos da liderança, desenvolvimento humano e profissional, o medo é a mais poderosa e antiga emoção humana e o desconhecido, o desencadeador do medo mais profundo.

Tememos a morte, mas quando ela chega, não há escolhas, e a intensidade do luto depende da força da relação, dos sentimentos envolvidos, das expectativas nutridas. Assim, esclarece Maria Júlia Kovács, apesar de universal, cada um reage à sua maneira, mais penosa ou apaziguada, às perdas.

Fases

Se dê o direito de sofrer, mas não morra junto

Eugênio Mussak, médico e consultor nos campos da liderança, desenvolvimento humano e profissionalHoje, entende-se que não há fases obrigatórias ou sequências de sentimentos no luto, mas basicamente são considerados, em primeiro lugar, o choque gerado pela perda e, depois, o período de “elaboração” da ausência e da falta. Etapa muito variável, intensa ou contida, que dependente de fatores agravantes como a violência da perda ou as chamadas inversões, quando, por exemplo, filhos morrem antes dos pais.

Porém, o que importa, concordam Kovács e Torres de Melo, é que o luto seja vivenciado. Por sua vez, Mussak procura pensar da seguinte forma: “Se dê o direito de sofrer, mas não morra junto”.

Como enfrentar
Não fique só! É o primeiro conselho. “As perdas, muitas vezes, não podem ser evitadas, mas a solidão, sim. A solidariedade e o conforto mitigam a dor”, ensina Torres de Melo.

Uma fórmula “caseira” usada por Torres de Melo para “tentar se preparar” para as perdas é derrubar a ilusão de posse em relação às coisas e às pessoas. Mas quando não há mais para onde correr, o professor defende: “No luto é muito importante que se promova uma catarse de sentimentos: chore o quanto precisar chorar, viva intensamente esse momento e compreenda o que está sentindo, incluindo as emoções que gravitam no ‘entorno’, como culpa, expectativa, fantasias e arrependimentos, que não mais poderão ser resolvidas”.

Em consenso com essa receita, Mussak argumenta que, de certa forma, nós só aprendemos a lidar com a morte (a nossa própria e a do outro), quando entendemos que ela faz parte do ciclo da vida. “O ciclo maior da vida é composto por outros menores, como a infância. Conseguimos fechar bem o grande ciclo, se os pequenos foram bem fechados.” Para ele, não aproveitar a vida é “morrer antes de morrer”.

Ajuda
Luto não é doença, mas nem sempre é possível viver essa fase sem auxílio profissional e especializado. A professora Kovács salienta que a primeira razão para alguém procurar ajuda especializada é a manifestação pessoal desse desejo.

Penso que a dor é proporcional ao espaço que a pessoa que morreu ocupava em nossa vida

Rubens Kutner, que perdeu a mãe em 2008Rubens Kutner, publicitário e ouvidor de uma universidade na Região Metropolitana de São Paulo, perdeu a mãe em setembro de 2008. Aos 77 anos, ela viveu os diversos estágios de um câncer e uma depressão. O filho conta que, nos últimos quatro anos em que a mãe esteve viva, foi seu cuidador e isso estreitou ainda mais a relação entre os dois.

“Minha mãe era uma mulher otimista, o ‘esteio emocional da família’. Penso que a dor é proporcional ao espaço que a pessoa ocupava em nossa vida”, disse Kutner. Para ele, ver a mãe mais frágil foi difícil, mas enfrentar a morte foi ainda mais.

O rapaz não pode dividir aquilo que sentia com pessoas próximas, então decidiu, por conta própria, procurar auxílio especializado. Hoje, fala no assunto com paz na voz. Ele mostrou fotos à reportagem do UOL, disse que os objetos da mãe ainda estão presentes na casa e que, por vezes, sente-se saudoso e triste, mas que está feliz na maior parte do tempo. Por fim, confessou que ter feito o máximo em vida por sua mãe lhe trouxe certo alento na hora da morte.

Casos como o de Kutner não são tão numerosos, então quem está próximo sempre pode indicar ou orientar essa busca quando percebe que o sofrimento do enlutado é muito intenso ou há risco de adoecimento físico ou psíquico. Ou seja, observe.

Algumas ações como ir muito ao cemitério, olhar muito para fotos e falar demais na pessoa precisam ser acompanhadas, mas em alguns casos são apenas formas que o enlutado usa para lidar com aquela situação. Essas ações não podem, porém, impedir novas relações, sentimentos, atividades e vontades.

Ao lado, sempre
Talvez o luto nunca se dissolva completamente. Talvez ele fique mais ameno com o tempo e se torne uma saudade e uma tristeza temporárias. Mas nos primeiros reveses desta experiência dolorida, aquele que perdeu precisa de carinho e apoio.

Para quem está próximo, a melhor atitude é estar presente, orientam Kovács e Torres de Melo. “Estar disponível às necessidades do outro e não ao que achamos que são essas necessidades”, explica a professora. Então, ouça, abrace, não necessariamente fale, esteja disposto a resolver problemas de ordem prática e simples. Esse tipo de atitude conforta e não condena o sofrimento do outro.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Sem forças

Postado por Re às 10:44 0 comentários
Estou sem forças, ao menos é assim que me sinto hoje..hoje eu acordei sem forças, após um final de semana dificil, que me exauriu.

Estou sem forças para continuar. Sem forças para me manter bem e sã. Sem forças para lidar com meu pai. Sem forças para seguir em frente sem a minha mae. Sem forças para sorrir. Sem forças para cuidar de mim. Sem forças para vir trabalhar e me manter produtiva.

Já esperava que um dia eu fosse me sentir assim..já aprendi, eh o pico do luto, quando toda a minha energia eh direcionada a me manter...sim, simplesmente manter. Eh muito esforço para pouco retorno e chega uma hora que dá vontade de jogar a toalha, de dizer chega para tanto esforço, de se entregar. Tenho medo da entrega, tenho medo de perder o controle sobre mim, sobre tudo isso que esta passando comigo. Mas será que eu ainda tenho algum controle? Nao sei, pq até para ter algum controle eh preciso muita força, força essa que acho que não tenho mais. Estou realmente muito cansada...se pudesse tiraria ferias da minha vida por um tempo, so para eu poder descansar e ressurgir renovada.

Ontem pedi a Deus que me desse um sinal de que a vida voltara a sorrir para mim, de que ela se renovará e de que eu voltarei a caminhar feliz...porque a caminhada que eu estou fazendo esse ano está muito dificil, muito pesada, muito lenta e hoje em particular sinto que nao consigo dar mais um passo..estou sem forças...se ao menos tivesse um banquinho nesse caminho para eu descansar...

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A ligação

Postado por Re às 17:21 1 comentários
Estava saindo para tomar um cafe agora a tarde, assim que passei pela recepçao, a recepcionista disse: vixe Re, acabei de te transferir uma ligação. E eu: quem era, homem ou mulher? E ela: mulher. No segundo seguinte achei que era minha mae me ligando.

Um segundo de alegria, para no segundo seguinte a realidade me dar um tapa na cara. Odeio esses tapas da realidade, eles não vêm com luva de pelica. Pelo contrario, eles são mais que tapas, são porradas. Me derrubam, me jogam no chão, mudam meu astral.

Fui chorando pro café, chorei por dentro enquanto comia meu pao de queijo e voltei pra minha mesa para pegar minhas coisas e ir embora. O dia acabou pra mim hj. Vou me recolher mais cedo...quero a segurança do meu lar....quero o abraço do meu marido....quero ficar quietinha, me recuperando do choque de realidade...saudades dela, saudades do seu colo, saudades das suas palavras, saudades de ser filha dela!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Encontro das blogueiras

Postado por Re às 09:13 0 comentários
Estava conversando com a Ju, dizendo que adoraria conhecer as meninas dos blogs e que podiamos agitar um encontrinho e talz..e ai que a Ju se animou e colocou uma pesquisinha la no blog dela (http://diariodeesposa.blogspot.com) para gente ver quem topa nos encontrar (sim, nós somos legais e garanto diversao na certa), quando, onde, etc.

Por isso, blogueiras de São Paulo (as de fora tb estao convidadas), entrem no blog da Ju e respondam a pesquisinha pra gente agitar esse encontro já pra Setembro...ui, setembro está logo ai.
 

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